Dois caminhos para a casa própria com lógicas bem diferentes. Compare juros, subsídio, renda e prazo para decidir o que faz mais sentido para você.
← Voltar para o BlogNa hora de conquistar a casa própria, muita gente fica entre o Minha Casa Minha Vida e o consórcio de imóvel. São estratégias diferentes: uma é um financiamento com subsídio do governo; a outra, uma compra planejada em grupo, sem juros. Entenda como cada uma funciona e para quem cada uma faz mais sentido.
O Minha Casa Minha Vida é um programa habitacional do governo federal, operado principalmente pela Caixa Econômica Federal, que facilita a compra da casa própria para famílias dentro de determinadas faixas de renda. Na prática, é um financiamento com condições especiais: juros bem abaixo dos praticados no mercado e, para as rendas mais baixas, um subsídio que reduz o valor a financiar.
Como todo financiamento, ele exige análise de crédito, comprovação de renda e uma entrada, e há tetos de valor para o imóvel e limites de renda familiar para participar. É a porta de entrada ideal para quem se enquadra nas faixas do programa e quer o primeiro imóvel.
O consórcio é uma compra planejada em grupo, administrada por uma empresa regulada pelo Banco Central. Todos os participantes pagam parcelas mensais que formam um fundo comum e, a cada assembleia, um ou mais integrantes são contemplados — por sorteio ou por lance — e recebem uma carta de crédito para comprar o imóvel à vista. Entenda melhor em o que é consórcio.
A grande diferença é que o consórcio não tem juros: existe apenas uma taxa de administração, normalmente bem menor que os juros de um financiamento. Também não há análise de renda para entrar no grupo (embora você precise conseguir honrar as parcelas) nem teto de valor do imóvel.
Esse é o coração da comparação. No Minha Casa Minha Vida, quem está nas faixas de menor renda pode receber subsídio direto e pagar juros reduzidos — o que, para esse público, dificilmente é superado por qualquer outra opção. Já quem está nas faixas superiores paga juros que, embora menores que os de mercado, ainda incidem sobre todo o saldo ao longo dos anos.
No consórcio não há juros nem subsídio: você paga o valor da carta mais a taxa de administração diluída no plano. Por isso, para quem não recebe subsídio, o consórcio costuma ser mais econômico no total pago. Como referência, um financiamento tradicional costuma cobrar de 8% a 12% ao ano de juros; o Minha Casa Minha Vida fica abaixo disso, e o consórcio não cobra juros.
Se você usa FGTS, vale saber que ele pode entrar nos dois caminhos — no financiamento e também no consórcio de imóvel, para lances, amortização ou quitação.
Escolha o Minha Casa Minha Vida se você se enquadra nas faixas de renda com subsídio, precisa do imóvel logo e quer aproveitar os juros reduzidos do programa para o primeiro imóvel dentro do teto de valor.
Escolha o consórcio se você não se encaixa nas faixas do programa, quer um imóvel de maior valor, prefere fugir dos juros ou não tem pressa e pode planejar a contemplação com estratégia. Veja se o consórcio de imóvel vale a pena e compare também com o financiamento tradicional. Nas estratégias exclusivas da Agion você ainda pode receber a carta contemplada com o crédito em conta e usar o próprio bem como garantia do lance.
Não sabe qual caminho encaixa melhor no seu bolso? A gente compara Minha Casa Minha Vida, financiamento e consórcio com você, sem compromisso.
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